Dicas de Football Manager 2010

Tentei a todo custo evitar o jogo FM 2010, ou se você preferir, Football Manager 2010. Só que infelizmente não consegui e este jogo como sempre, me prende muito a atenção e toma bastante do meu tempo.

Resolvi jogar o Brasileirão com o Mirassol Futebol Clube, que começa na Primeira Divisão do Campeonato Paulista e na Série C do Brasileiro. O primeiro passo, é conhecer bem seu elenco, suas carências e que jogadores você deve ou não dispensar.

Feito isso, começo a pesquisa dos jogadores sem contrato. Haja paciência para entrar em cada perfil e ver se vale a pena assinar alguns jogadores sem ter de esperar a avaliação de seus olheiros. Claro que não tem como olhar todos os perfis, mas aleatóriamente entrei em alguns perfis atrás de jogadores. E de vez em quando até que aparece alguns jogadores interessantes.

Depois de muito procurar jogadores, mandei meu olheiro fazer o relatório de alguns jogadores e isso facilita muito a sua vida, já que ele consegue te dar quase todos os atributos destes atletas e fazer a avaliação final deles (recomendando ou não a contratação destes jogadores).

Em sequência, fui criar os treinos. Não sei como a maioria faz, mas crio treinos específicos baseados nas posições dos jogadores. Sendo assim, criei cinco treinos específicos: atacantes, meias, volantes, zagueiros e laterais. Os goleiros já tem um treinamento e resolvi não mexer até agora.

Minha próxima tarefa foi então criar as táticas do time. E como sempre, você tem que criar pelo menos uma tática para os jogos em casa e uma segunda para os jogos longe de seus domínios (de preferência muito defensiva se você for jogar com um time pequeno). Estabelecida a tática do time, começo a alterar a tática individual de cada um dos jogadores em campo (isso evita que se use uma tática generalizada para a marcação e passes por exemplo).

E para encerrar a primeira parte de tarefas antes de entrar em campo, fui verificar as parcerias que meu clube tinha com outros times. Quando se joga com um clube inferior, é muito importante solicitar à diretoria que apresente alguns clubes grandes para formar parceria, aonde jogadores jovens serão emprestados para o clube que você controla.

Preciso aprimorar a tática para os jogos fora de casa. É impressionante como até times menores que o meu conseguem fazer uma forte pressão e isso me deixa bastante irritado. De qualquer maneira, aos poucos as coisas estão melhorando e já não tenho sofrido goleadas.

Encontrei outras dicas bem bacanas no link do site CM Fã Site, que recomendo a todos que curtem passar horas jogando FM como eu.

O game Trine

Ganhei de presente de um grande amigo meu, o game Trine para PS3, que está disponível na PSN (PlayStation Network). Vale lembrar que o jogo também pode ser jogado no PC e no Xbox 360.

Trine é um game de ação e aventura em 2D que envolve três personagens: mago, ladra e cavaleiro. O interessante neste game, é que cada um tem uma especialidade e será necessário que você utilize todos eles, pois existem lugares que esta especialidade se fará necessária.

O mago possui poderes de levitar objetos e criar pontes e outros objetos. Já a ladra, é uma arqueira que possui um tipo de um gancho que permite a você subir em lugares mais altos (vale lembrar que este gancho só se conecta a lugares de madeira) enquanto que o cavaleiro é a força do grupo, aonde ele lutará com uma espada e seu escudo, além de carregar objetos mais pesados e atirá-los contra os inimigos.

Apesar de ser um jogo em 2D, os gráficos deste game são em 3D e muito bem feitos. E isso achei muito bacana, pois Trine me fez lembrar dos games dos consoles mais antigos, que eram em sua grande maioria feitos em 2D.

Em Trine, você irá adquirir experiência (com os potes verdes espalhados no mapa e ao matar alguns inimigos) e poderá fazer upgrades aos seus personagens. O mago por exemplo, ganhará a capacidade de criar até quatro pontes simultaneamente e a ladra atirar três flechas de uma vez só.

Ao meu ver, faltou ao game um pouco mais de variedade de inimigos. Durante seu caminho, surgirão muitas caveiras (algumas com arco e flecha e outras com espada e escudo) e alguns morcegos.

Em algumas fases, surgem uns inimigos que seriam como se fossem os chefes. Até aonde cheguei, encontrei quatro ‘chefes’, sendo que dois eram enormes caveiras e os outros dois eram um monstro que precisa ser atingido nas costas.

Trine é excelente apesar do problema na varidade dos inimigos. Os gráficos são lindos, as músicas que tocam nas fases são excelentes e a jogabilidade muito boa. Além disso, a possibilidade de poder jogar em dupla é outro ponto positivo.

Guitar Hero Van Halen: a grande decepção

Quando fiquei sabendo que haveria um Guitar Hero de Van Halen, fiquei muito animado. Sendo grande fã da banda e deste game, imaginei que só coisas boas poderiam sair. E infelizmente, me enganei completamente.

Em Guitar Hero Van Halen, não é possível desfrutar das novidades que Guitar Hero 5 apresentou, mesmo tendo saído em datas tão próximas. Este problema é até aceitável, mas existem coisas mais decepcionantes.

Bom, como você deve ter visto no vídeo acima, são apenas 25 músicas da banda. É muito pouco. Além disso, esqueça Sammy Hagar, esqueça Michael Anthony e esqueça Gary Cherone (mesmo sabendo que a maioria dos fãs de Van Halen preferem não se lembrar mesmo de Cherone). Sendo assim, músicas como Dreams, Right Now, Amsterdan, Don’t Tell Me (What Love Can Do), Why Can’t This Be Love, Top Of The World e Humans Being (só para citar algumas) não fazem parte do jogo.

O game ficou então com Eddie Van Halen nas guitarras, Alex Van Halen na bateria, David Lee Roth nos vocais e Wolfgang Van Halen nos baixos. Poderiam ter trazido ao menos o Michael Anthony para o jogo.

Dentre as músicas da banda que fazem parte de Guitar Hero Van Halen, cito: Runnin’ With The Devil, Ain’t Talkin’ ‘Bout Love, Panama, Eruption, Jump, Hot For Teacher, Dance The Night Away e Everybody Wants Some.

Outra decepção, ficou para o set list. A exceção fica para Queen, Foreigner, Deep Purple e Judas Priest. Já as demais bandas, poderiam ter ficado de fora.

Se você gosta muito de Guitar Hero, vai se divertir como sempre. Afinal, jogar as poucas músicas do Van Halen será muito desafiador. Mas o jogo me decepcionou quando resolveu limitar-se a mostrar apenas a primeira fase da banda (era David Lee Roth) e ignorar totalmente Sammy Hagar e Michael Anthony.