Ontem foram definidas as finalistas do torneio de Roland Garros, segundo Grand Slam da temporada. E será uma final russa envolvendo a atual número um do ranking da ATP, Dinara Safina contra a sétima, Svetlana Kuznetsova. Nos confrontos envolvendo as duas tenistas, melhor para Dinara, que levou a melhor em 8 das 13 partidas disputadas. O curioso disso tudo, é que a número 1 do ranking nunca venceu um Grand Slam, ao contrário de sua rival na final deste sábado, que já levou o U.S. Open em 2004.
Na chave masculina, o suíço Roger Federer tem a grande chance de vencer o único Grand Slam que lhe falta. Federer, que chega pela quarta vez consecutiva na final do Aberto da França, terá pela frente a surpresa do torneio, o sueco Robin Soderling que acabou impedindo uma nova final entre Rafael Nadal (4 vezes campeão no saibro francês) e o suíço.
Roland Garros, que nos faz sempre lembrar de Guga, o manezinho da ilha, terá um novo campeão, tanto na chave feminina quanto na chave masculina.
Guga, que venceu o torneio francês em 97, 2000 e 2001, nos enchia de alegria e orgulho com sua disposição, carisma, simplicidade e conquistas como estas. E eu imaginava que no curto prazo, o Brasil iria ter cada vez mais tenistas disputando títulos importantes, mas me enganei redondamente.
Meus palpites: Kuznetsova e Federer.